SINPOL COBRA PROVIDÊNCIAS JUNTO AO CHEFE DE POLÍCIA PDF Imprimir E-mail




CATEGORIA EXIGE APOIO INSTITUCIONAL


Em reunião realizada no dia 01 de fevereiro, a direção do sindicato cobrou ao Chefe de Polícia Manoel Carneiro, empenho da instituição com relação ao episódio ocorrido entre os Policiais Civis e os Policiais Federais.

 Até o presente momento os Policiais Civis, só contaram com o apoio do Sindicato que em momento algum procurou se esquivar de confrontar a Instituição Federal em defesa de todos, pois durante esse período ficou evidenciado o apoio do Departamento da Polícia Federal a sua equipe, diferente do tratamento dispensado pela Polícia Civil aos nossos policiais. Nessa mesma reunião, alertamos ao Chefe de Polícia, a atenção para o desfecho do inquérito policial que está sendo presidido pelo DPF.

ATRASADO DE PROMOÇÃO
- Ainda nessa reunião tratamos de abordar sobre a divergência existente entre os valores calculados pela Policia Civil e já pagos a dezenas de Policiais, e os cálculos efetuados pela Secretaria de Administração. Para surpresa da direção do Sindicato, o Chefe de Polícia, Manoel Carneiro, afirmou não ter conhecimento sobre tal fato. Diante disso, solicitamos que a chefia adote as providenciais necessárias junto a Secretaria de Administração para apurar quais dos cálculos é o correto.

PREMIAÇÃO DE DEFESA SOCIAL
– Levamos ao conhecimento, ainda ao Chefe de Polícia a preocupação dessa entidade de classe, quanto ao não pagamento do complemento do PDS aos policiais civis lotados nas grandes gerências e nos institutos de perícias. Vale salientar que desde o pagamento do PDS, em Abril de 2010, o Sindicato vem defendendo o direito de todos esses policiais inclusive os lotados nas delegacias de plantão e aqueles que se aposentaram mesmo tendo efetivamente participado da redução da violência.
Absurdamente, uma das justificativas usadas pela PGE no parecer nº 33/10, datado de 20/12/2010, para o pagamento somente do PDS-4 aos policiais lotados nas grandes gerências e institutos de perícias, é que estes exercem atividade meio e que não contribuíram efetivamente para a redução dos crimes violentos letais e intencionais, desta forma não se qualificando para a percepção do prêmio estando amparados apenas pela exceção da regra prevista em Lei.
A indignação do Sindicato prende-se ao fato de que nem a SDS e tampouco PCPE reagiram aos argumentos apresentados pela PGE.
Já estamos próximo ao pagamento de uma nova premiação e não é justo que parcela dos nossos policiais sejam novamente prejudicados pela obscuridade da Lei e por sua má interpretação.
Informamos que continuaremos a buscar esse entendimento junto a PGE, para a revisão desse parecer e conseqüentemente o pagamento devido aos policiais ora prejudicados porém, entendemos de igual forma que se a SDS demonstrasse interesse e empenho para com a instituição Policial Civil essa Lei já deveria estar alterada. Afinal de contas a PCPE deu uma grande parcela de contribuição para a redução dos índices hoje comemorados pelo Governador Eduardo Campos.