O SINPOL ingressou hoje (19) com a ação 0015615-95.2020.8.17.2001 para garantir que o Estado de Pernambuco cumpra sua obrigação de fornecer equipamentos de proteção a todos os Policiais Civis que lidam com o público, além da dispensa dos servidores que se encontram no grupo de risco (de acordo com a Organização Mundial da Saúde) e para que as Unidades Policiais funcionem em regime de plantão.

Após ofícios enviados, sem a devida resposta, não restou outra alternativa ao SINPOL, senão o ingresso da demandada judicial. A Direção do Sindicato vem desde o último domingo cobrando providências do Governo do Estado, em vão. Segundo Áureo Cisneiros, presidente do SINPOL, “os Policiais Civis precisam da atenção da Administração Pública para que cumpram suas tarefas de maneira segura nesse momento de calamidade”.

Os servidores Policiais estão trabalhando sem EPIs, com alto risco de contaminarem a população e com o risco de serem contaminados e até agora a Chefia de Polícia, o Secretário da SDS e nem o Governador apresentaram um plano de ação que vise garantir a saúde e a integridade física dos Agentes de Segurança.

Vários Policiais estão relatando que não irão trabalhar caso o Governo do Estado não forneça o mínimo para garantir à saúde do profissional de segurança pública. O SINPOL entende que o momento é de calamidade, mas os Policiais não podem entrar numa guerra desarmados e desamparados pelo Poder Público.

Portanto, mesmo com a demanda judicial, o SINPOL espera sensibilidade da gestão da PCPE no sentido de atender a questão humanitária dos Policiais Civis, pondo o efetivo em regime de plantão, dispensando os servidores do grupo de risco e o fornecimento de EPIs a todas as Unidades da Polícia Civil.

Confira o Comprovante de protocolo clicando aqui

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