Do site da Alepe

A morte de dois policiais neste fim de semana motivou críticas do deputado  Edilson Silva (PSOL) às condições de trabalho de policiais civis e militares, durante a Reunião Plenária desta segunda (31). No último sábado (30), a policial civil Tatiana Ribeiro de Melo foi vítima de latrocínio no bairro de Caetés I, em Abreu e Lima, e, no domingo (31), o cabo Adriano Batista da Silva morreu após ser atingido por um tiro disparado pelo soldado Flávio Oliveira dentro de uma viatura da Policia Militar, no bairro de Apipucos, no Recife.

“No caso do policial militar, verificamos que o autor do disparo já foi diagnosticado mais de uma vez como incapaz de exercer o trabalho de policial. O fato de um soldado nessa condição estar na rua, armado, demonstra o sucateamento da PM”, frisou o parlamentar.  Sobre a Polícia Civil, Edilson apontou que as viaturas estão sem combustível e faltam coletes de segurança, entre outras coisas. “Além de tudo, os agentes estão sendo assediados moralmente. Dirigentes sindicais estão sofrendo processos disciplinares que buscam sua expulsão dos quadros da Polícia”, relatou.

Paternidade – O líder do PSOL também aproveitou a oportunidade para criticar o Tribunal de Justiça de Pernambuco por não ter enviado representante para audiência pública da Comissão de Cidadania sobre o reconhecimento da paternidade de presidiários, realizada na última sexta (28). “Os presos cumprem todos os requisitos, mas o registro não é aceito. Nos cartórios, as mães das crianças são tratadas como golpistas em busca do auxílio-reclusão.  Registro o meu repúdio ao TJPE”, pontuou.

Deixe seu comentário