O Governador Paulo Câmara dá mais uma prova da perseguição política ao presidente licenciado do SINPOL, Áureo Cisneiros. Além dos 13 Processos Administrativos Disciplinares (PAD’s) em que foi arrolado, todos por atividade sindical, o governo usa mais uma vez a Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social para tentar calar Áureo e o Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco. Desta vez o PAD impetrado foi em decorrência do ato público realizado no último dia 26 de abril, na Conde de Boa Vista, contra a demissão de Cisneiros.

Na ocasião, Áureo discursou em frente à sede da Corregedoria e criticou os atos de perseguição contra membros do SINPOL. O novo PAD impetrado é a maior prova de que tudo que Áureo falou no discurso é exatamente o que está acontecendo.

É importante destacar que todos os processos contra Áureo versam sobre reivindicações por condições mínimas de trabalho, de material de proteção individual, de estrutura para delegacias e institutos e por cobrar a contratação de pessoal. Ou seja, por exercer, estritamente a atividade sindical em prol de melhores condições para os Policiais Civis e a população pernambucana.

O atual presidente do sindicato, Rafael Cavalcanti, também é vítima dos processos da corregedoria, reafirma o discurso de Áureo. “Isso é um ataque não a Áureo, mas a todo o SINPOL. Mas nem Áureo, nem nenhum outro Policial Civil de Pernambuco estará sozinho. O Governo quer acabar com o SINPOL, mas nós não conseguirá, somos uma categoria forte, aguerrida, que não vai se calar diante de tantas atrocidades cometidas por este Governo do Estado”, afirmou Cavalcanti.

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