Mesmo com toda a dificuldade e falta de investimento em inteligência, os Policiais Civis de Pernambuco realizaram dois grandes feitos nesta semana, amplamente divulgados pela mídia. O primeiro caso foi a desarticulação de uma quadrilha formada por cerca de 20 pessoas, entre elas um ex-PM e dois advogados, suspeitos de crime como estelionato, corrupção ativa e passiva, lavagem de capital, advocacia administrativa e furto qualificado. A investigação da PCPE identificou que o promotor de Execuções Penais Marcellus Ugiette, investigado por corrupção passiva, seria o “braço forte”, o “alicerce”, o “porto seguro” da referida quadrilha.

Outro caso de destaque foi a prisão de três homens, incluindo o policial militar de Alagoas Gedalis Miguel da Silva. Ele foi preso em um posto de combustível em Jaboatão dos Guararapes comprando uma bazuca a um colecionador de armas de fogo. O armamento, de uso exclusivo das Forças Armadas, seria usado para ataques a carros-fortes e agências bancárias, já que tem capacidade para perfurar tanques de guerra e destruir edificações.

“Mais um grande trabalho dos Policiais Civis de Pernambuco. Apesar de toda a dificuldade a PCPE mostra a capacidade dos seus policiais. O SINPOL parabeniza os companheiros envolvidos na solução dos casos. São com esses tipos de prisões, em especial a questão da quadrilha com envolvimento do promotor, que ajudamos a melhorar mais ainda a sociedade, combatendo a criminalidade que está no centro do poder”, destaca Rafael Cavalcanti, presidente em exercício do SINPOL.

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