Além de policiais civis de todo o Estado, lideranças políticas e movimentos sociais já se pronunciam sobre a arbitrariedade que foi o bloqueio da conta corrente do Sinpol.

Neste sábado, o ex-deputado federal e presidente da Fundaj (Fundação Joaquim Nabuco), Paulo Rubem Santiago, expressou seu apoio ao Sinpol. Em um trecho de sua nota, ele afirma que a atitude de bloquear as contas do Sinpol é “ditatorial”.

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“As decisões de multa e bloqueio de receitas são abusivas. O confisco é ditatorial. Melhor serviço à população prestaria o Poder Judiciário, se considera danosas as paralisações e protestos feitos pelo SINPOL, se multasse o governo do estado pela não execução de metas, pela não melhoria da investigação policial, da resolução dos inquéritos, melhores condições no IML e nas Delegacias, em vez de tomar decisões passivas, que se somam às perseguições sofridas pelos policiais civis”, diz em sua página no Facebook.

Já dentro da polícia civil, companheiros e companheiras se organizam para apoiar o sindicato financeiramente, como os policiais da 35ª Circunscrição, de Araçoiaba, que pretendem arrecadar doações financeiras entre os policiais de todos os plantões e entregar no Sinpol.

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Já cidadãos pernambucanos, ao perceberam a justeza da luta dos policiais civis, também se prontificaram a contribuir, mesmo que em pequenas quantidades, como Marcílio Barros, que declarou nas redes sociais: “Não sou policial, mas sou pernambucano com muito orgulho e vou entregar em mãos na DP daqui de Petrolina”, disse.

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