O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco tem novo presidente em exercício. O até então vice-presidente da entidade, Rafael Cavalcanti, acaba de assumir a condução do Sinpol em virtude da desencompatibilização de Áureo Cisneiros, que alçará outros vôos; mas sem esquecer o compromisso com a categoria, como ele mesmo fez questão de frisar. “Infelizmente a base da Polícia Civil, de fato, não tem nenhum representante nas casas legislativas que lute incondicionalmente por ela. Precisamos de alguém que incomode o governo, que cobre, que brigue pelos interesses da nossa categoria. Fico tranquilo porque o Sinpol está em ótimas mãos, Rafael sempre foi um companheiro decisivo nas estratégias e negociações que renderam às maiores conquistas da nossa história”, avalia Áureo.

Por sua vez, Rafael tem demonstrado muito foco e empenho para aprofundar os pontos positivos da gestão e corrigir as falhas necessárias para que o Sinpol esteja em consonância ainda maior com sua base. “Sem dúvida serão tempos difíceis que enfrentaremos pela frente. Sempre soubemos que nenhum governo é favorável aos direitos dos servidores públicos, muito menos os dos Policiais. Por isso, inclusive, sempre tivemos muito claro que, independente de ideologias individuais, o papel de um sindicato sério jamais poderá ser norteado por partidos políticos ou governos. Soma-se a essa realidade histórica, as dificuldades geradas pela conjuntura nacional e internacional, que já tem afetado e afetará ainda mais essa conturbada relação. Por isso também, todas as nossas conquistas foram alcançadas a partir de muita luta e união. Por falar em união, é nela que quero focar e usá-la como base da nossa gestão. Quero ouvir muito e levar o nosso sindicato para cada vez mais perto dos anseios dos Policiais Civis de Pernambuco”, revela.

A desencompatibilização de Áureo foi formalizada na semana passada, mas em momento algum o Sinpol parou. Muito pelo contrário, a diretoria já construiu uma agenda intensa de ações em benefício da categoria. Dentre todas elas, fazemos questão de ressaltar o total empenho no caso Rogério. Diariamente temos cobrado resultados e que a SDS garganta as condições para que nossos competentes profissionais elucidem o crime. Mas além disso, estamos na luta para que seja criada uma vara específica de combate ao crime organizado no estado, responsável pelo brutal assassinato do nosso companheiro. Esse é o recado que o Sinpol quer passar para o policial e para toda a sociedade: o Policial Civil de Pernambuco e seus familiares nunca estarão sozinhos e podem contar com a entidade sempre.

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